Política
Orçamento do Estado. Seguro espera debate "profícuo" e centrado na melhoria da vida dos portugueses
António José Seguro defendeu a necessidade de preservar a paz, condição necessária para o desenvolvimento.
O presidente da República, António José Seguro, afirmou esta quinta-feira esperar que o debate parlamentar da proposta de Orçamento do Estado para 2027, marcado para 27 e 28 de outubro, seja "bom” e "profícuo", tendo como principal objetivo "melhorar a vida das pessoas", sobretudo numa altura em que muitos portugueses enfrentam dificuldades.
Seguro esclareceu que "o debate parlamentar não envolve o presidente da República. Compete ao Governo apresentar o Orçamento - e vai apresentá-lo - e compete aos partidos políticos pronunciarem-se”, afirmou, à entrada para a sessão de abertura da 7ª Conferência de Lisboa, dedicada ao tema “Num Mundo em Incerteza – Reconfiguração da Ordem Global”, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Perante o atual contexto internacional, marcado por sucessivas situações de instabilidade e incerteza, Seguro defendeu também a necessidade de preservar a paz e a estabilidade, tanto no plano internacional como nacional.
"É necessário enfrentar [as incertezas] de forma a conservarmos aquilo que consideramos essencial, que é a paz. A paz é uma condição para o desenvolvimento e é também, no plano nacional, outra das condições, a estabilidade", afirmou.
Para o presidente da República, a existência de paz à escala global é essencial para que os países possam continuar a desenvolver-se.
"Precisamos de ter paz a nível global para que possamos progredir, para que possamos desenvolver, e para que possamos ter estabilidade no nosso país, para que possamos fazer aquilo que é necessário para mudar a vida das pessoas", concluiu.
Seguro esclareceu que "o debate parlamentar não envolve o presidente da República. Compete ao Governo apresentar o Orçamento - e vai apresentá-lo - e compete aos partidos políticos pronunciarem-se”, afirmou, à entrada para a sessão de abertura da 7ª Conferência de Lisboa, dedicada ao tema “Num Mundo em Incerteza – Reconfiguração da Ordem Global”, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Perante o atual contexto internacional, marcado por sucessivas situações de instabilidade e incerteza, Seguro defendeu também a necessidade de preservar a paz e a estabilidade, tanto no plano internacional como nacional.
"É necessário enfrentar [as incertezas] de forma a conservarmos aquilo que consideramos essencial, que é a paz. A paz é uma condição para o desenvolvimento e é também, no plano nacional, outra das condições, a estabilidade", afirmou.
Para o presidente da República, a existência de paz à escala global é essencial para que os países possam continuar a desenvolver-se.
"Precisamos de ter paz a nível global para que possamos progredir, para que possamos desenvolver, e para que possamos ter estabilidade no nosso país, para que possamos fazer aquilo que é necessário para mudar a vida das pessoas", concluiu.